Como usar
Cole o JSON e ele é formatado com indentação na hora. Se houver erro, você vê a linha e a coluna exatas. Modos:
- Indentação de 2 ou 4 espaços, tabulações — para ler e colar no código;
- Ordenar chaves — chaves dos objetos em ordem alfabética em todos os níveis, útil para comparar dois JSON;
- Minificar — tudo em uma linha, sem espaços extras, para APIs e arquivos de configuração.
«Consertar» arruma o «quase JSON» — configurações, objetos de JavaScript, saída de Python: remove comentários e vírgulas sobrando, troca aspas simples por duplas, põe aspas nas chaves e converte True/False/None em true/false/null. O resultado é JSON estrito e formatado.
Os dados são processados no navegador e não são enviados a lugar nenhum, então dá para conferir JSON com tokens ou dados pessoais.
Erros comuns em JSON
- Aspas simples:
{'a': 1}— em JSON, strings e chaves usam aspas duplas. - Vírgula no final:
[1, 2,]— não é permitido em JSON (em JavaScript, sim). - Chaves sem aspas:
{a: 1}— isso é JavaScript, não JSON. - Comentários
//e/* */— o JSON padrão não tem. - Zeros à esquerda como
01, além deNaNeundefined— valores inválidos.
Perguntas frequentes
Por que ç não vira \u00e7? JSON permite escrever esse caractere diretamente; a sequência de escape Unicode é opcional.
Existe limite de tamanho? O processamento depende da memória disponível e do desempenho do seu dispositivo. Documentos grandes podem demorar mais.
Os números podem mudar? Inteiros muito grandes e decimais com muitas casas, sim: o navegador guarda os números do JSON com cerca de 15–17 dígitos significativos. Por exemplo, 9007199254740993 vira 9007199254740992. Se os seus dados têm IDs ou valores assim, guarde-os como strings.
Para codificar o JSON em uma URL ou em Base64, use a codificação de URL ou o Base64.